De Pyongyang para o mundo

Nate Beeler, «Washington Examiner»
Mesmo depois de do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ter apelado à Coreia do Norte para se abster de qualquer nova acção que possa deteriorar a situação já grave provocada pelos ensaio de mísseis, e apelar igualmente aos membros da ONU para aplicarem a resolução 1874 do Conselho de Segurança que prevê a inspecção de cargas norte-coreanas suspeitas de estarem relacionadas com actividades nucleares ou mísseis, o regime de Pyongyang continua na sua cruzada em mostrar ao mundo do que é capaz: a Coreia do Norte disparou este sábado mais seis mísseis balísticos do tipo Scud. O teste até se pode considerar duplamente provocativo, foi no Dia da Independência dos EUA.Os media do Japão e da Coreia do Sul têm vindo a noticiar que a Coreia do Norte se poderá estar muito bem a preparar para lançar um míssil balístico intercontinental.

Deng Coy Miel
Apenas a vontade de querer ser reconhecida como uma potência militar podem fazer a Coreia do Norte continuar os testes arriscando cada vez um isolamento ainda maior do que já sofrem actualmente. Um país com uma economia arruinada que depende cada vez mais da boa vontade do seu vizinho a China, como escreve Michael Schuman na Time:
[...] Nicholas Eberstadt, a North Korea expert at the American Enterprise Institute in Washington, figures that the gap between the amount of goods China ships into North Korea and what it receives in return has quadrupled in four years to more than $1.5 billion in 2008. Eberstadt considers this «de facto aid» since it is unclear what North Korea may be providing China for all of its imports. «China has become the donor of last resort,» Eberstadt says.
That fact makes Beijing’s policy toward North Korea even more central in any effort to convince Pyongyang to give up its nuclear-weapons program. But the North’s recent disregard for its own economic conditions doesn’t bode well for any attempt to use financial incentives to woo Pyongyang into better behavior. «They may still negotiate for some kind of deal,» Noland says. «But I don’t think we’re going to get denuclearization» in the near term. That means North Korea’s economy, just like its relations with the outside world, is likely to get worse.


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