Arquivo para 'cartoonistas' Categoria
Publicado por JN em Junho 1, 2008

Paul Combs, «Tribune Media Services»
Paul Combs decidiu retirar-se do mundo do cartoon editorial. Combs ganhou notoriedade como cartoonista no The Tampa Tribune; depois de deixar este jornal o seu trabalho era distribuido pela Tribune Media Services. Além do seu trabalho para o Tampa Tribune e Media Services, Combs que também é bombeiro, fez trabalhos para a Firehouse.com; «I strive to bring an instructor mentality to my work. Not only do I want my cartoons to make an important point, I want them to help educate and change the way we think - if only to point out the obvious in a humorous way.»

Paul Combs, «Firehouse.com»

Paul Combs, «Firehouse.com»
Agora, mais de doze anos depois, Paul Combs deixa definitivamente o mundo dos cartoons para se dedicar exclusivamente à ilustração. O cartoon que se segue foi o seu último a ser publicado.

Paul Combs, «Tribune Media Services»
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Publicado por JN em Abril 10, 2008

Michael Ramirez, «Investor’s Business Daily» (Dezembro de 2007)
«My approach is to have a powerful image along with a significant statement. t’s great to be funny, too, but the most important element is the message - to have an impact and make people think. Editorial cartooning is an extension of journalism, not just entertainment.»
«Editorial cartoons should be smart and substantive, provocative and informative. They should stir passions and deep emotions. Editorial cartoon should be the catalyst for thought and frankly speaking, if you can make politicians think, that is an accomplishment itself.»
Michael Ramirez

Michael Ramirez, «Investor’s Business Daily» (Outubro de 2007)
O vencedor do Prémio Pulitzer deste anos na categoria de Cartoon Editorial foi o cartoonista do «Investor’s Business Daily», Michael Ramirez (em 1996 recebeu este mesmo prémio). O prémio foi atribuído por uma série de cartoons nos quais, entre outros assuntos, ele foca algumas opiniões e posições de Barack Obama que Ramirez considera vagas, a economia americana e a utilização de milho para a produção de etanol.

Michael Ramirez, «Investor’s Business Daily» (Outubro de 2007)
Ramirez é considerado, politicamente, um conservador e os seus cartoons sempre mostraram isso mesmo. No entanto, ele (que não nega esse facto) diz que sempre que faz um cartoon tenta ser o mais imparcial possível, e que alguns dos seus críticos são conservadores. Mas ao longo da sua carreira conheceu vários dissabores e ataques devido às suas posições. O caso mais conhecido é o famoso cartoon «Worshipping Their God» onde um judeu ortodoxo e um palestiniano rezam diante de um muro com a palavra Hate (ódio) inscrita nele. A polémica levou ao seu despedimento do «LA Times».
Mas opinião política todos têm e Ramirez não seria diferente, e o trabalho de Michael Ramirez deve ser avaliado pela sua qualidade. E os seus trabalhos são de facto excelentes e eficazes. E o trabalho ao longo de 2007 foi caracterizado pela qualidade, originalidade, sentido de humor e sempre - marca de Ramirez - provocativo.

Michael Ramirez, «Investor’s Business Daily» (Janeiro de 2007)
É colaborador regular da USA Today e convidado regular do programa de televisão «The News Hour with Jim Lehrer» na PBS. O seu trabalho pode ser visto em vários jornais e outras publicações de todo o mundo através da Copley News Service. O «The New York Times», «New York Post», «Washington Post», «Time Magazine» são alguns exemplos. É actualmente cartoonista do «Investor’s Business Daily».

Michael Ramirez, «Investor’s Business Daily» (Junho de 2007)
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Publicado por JN em Março 22, 2008

Anita Kunz, «New York Times»
«Although caricatures won’t sway an election, they can influence public perception. Through caricatured distortion President Lyndon Johnson, with his elephantine ears and hooked beak, and President Richard Nixon, with his exaggerated five o’clock shadow and witches peak, were made equally buffoonish and demonic. The visual satirist’s time-honored role is to make mountains out of physical molehills, thereby reducing their targets to comical icons, knocking the pomposity right out of them.»
Steven Heller
A caricatura, assim como o cartoon, é algo que faz parte da nossa sociedade e da política em particular. Com as eleições para a Casa Branca este ano, Steven Heller pediu a vários autores para enumerarem os «pontos críticos» - e as suas características que mais os definem - quando desenham os três principais candidatos à presidência: Barack Obama, Hillary Clinton e John McCain.
A New Yorker apresenta uma série de vídeos onde Steve Brodner desenha os candidatos à presidência e discute a corrida à presidência dos EUA.

«Karl Rove»
Steve Brodner, «The New Yorker»
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Publicado por JN em Fevereiro 27, 2008
«Political cartoons, unlike sundials, do not show the brightest hours. They often show the darkest ones in the hope of helping us move to brighter times.»
Herbert L. Block

John Sherffius, «Boulder Daily Camera»
«John’s work exemplifies the best the art of editorial cartooning has to offer. Through a potent combination of excellent drawing technique, striking original imagery, and passionate conviction, his cartoons kick you in the gut. They are not merely memorable; they are unforgettable.»
Jim Morin (Miami Herald)
O cartoonista John Sherffius do «Camera of Boulder», ganhou o «Herblock Award for Editorial Cartoons», atribuído pela The HerB Block Foundation. Esta fundação criada em memória de Herbert L. Block, antigo cartoonista do «Washington Post», e promove a liberdade de informação e os direitos do Homem. Este prémio foi criado em 2003 e tem como grande objectivo o de promover o cartoon editorial como uma ferramenta essencial no jornalismo.
Sherffius ganhou o prémio este ano por um conjunto de doze cartoons nos quais mostra o percurso da administração Bush ao longo de 2007; temas como a guerra no Iraque, tortura, escutas ilegais e a posição de Bush face ao ambiente.

John Sherffius, «Boulder Daily Camera»
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Publicado por JN em Fevereiro 17, 2008

Daryl Cagle, «MSNBC.com»
Um cartoon de Daryl Cagle que causou uma certa polémica, e muito pelos dois «eleitores» mais à direita (do cartoon também). «So you characterize me as a «Monkey» because I don’t like someone’s political beliefs. How disgusting of you.Typical Liberal Democrat - It’s ok to insult someone as long as they are not a Minority. It’s still an insult and you should apologize. You are a racist, just because we are conservative and not agree with you, you make us into Monkeys? What’s wrong with you, where is your open mind, where is your compasion and caring for others?». Foram as palavras de um leitor mais irritado que não se identificou com o «macaco»…
A resposta do Sr. Cagle foi apenas: «I wouldn’t say the conservative character in my cartoon is a monkey - I’d say he is evolutionally challenged.» Mas mais tarde, e à sua maneira, reconheceria que devem existir regras. Uma «maneira» muito própria.

Daryl Cagle, «MSNBC.com»
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Publicado por JN em Fevereiro 13, 2008

Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»
«Of course I fear for my life when the police intelligence service say that some people have concrete plans to kill me. But I have turned fear into anger and resentment.»
Kurt Westergaard, cartoonista do «Jyllands-Posten».

«Kurt Westergaard»
Rainer Hachfeld, «Neues Deutschland»
A polícia dinamarquesa prendeu esta terça-feira algumas pessoa envolvidas numa tentativa de assassinato de Kurt Westergaard, cartoonista do «Jyllands-Posten», autor de uma das célebres doze caricaturas do profeta Maomé que em 2005 colocou o mundo islâmico e a Dinamarca a «ferro-e-fogo». Kurt Westergaard e a sua mulher vivem desde então sob protecção policial.
Em sinal de protesto, e também como forma de luta pela liberdade de expressão - o direito de desenhar e de fazer rir -, os jornais dinamarqueses voltaram a publicar uma das caricaturas do profeta Maomé da autoria de Kurt Westergaard. O cartoon também foi mostrado na televisão e muitos dos jornais que antes foram contra a sua publicação agora publicaram-no, associando-se assim a esta campanha pela liberdade de expressão.
Uma ano depois dos tumultos, que provocaram 12 mortos, os dinamarqueses (e o mundo) ainda tentam perceber como 12 imagens levaram à maior crise internacional que o país sofreu desde a Segunda Guerra Mundial. Mas também todos parecem concordar que foi uma forma de finalmente a Dinamarca começar a conhecer um pouco mais os seus cidadãos islâmicos.

Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»
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Publicado por JN em Fevereiro 13, 2008
«My last caricature of Winona was of her picking out prison garb. My second-to-last was of her toting away bags of stuff to a store’s exit. Winona’s great to do because she’s got real eyelashes She’s also a beauty. People think it’s easier to caricature an ugly person, but it all has to do with the eyes and latching on to a person’s personality. (…) is in the eyes. Look deeply into the eyes of the unfortunate characters I skewer, and take note the secret of caricature is not a bulbous nose nor hideous teeth or big hair, although those surely help. The secret is in the eyes.
I have rarely captured him [George W. Bush] successfully. He’s so… elusive. There’s nothing to grab onto. His people say what you see is what you get, but I don’t believe that. The Golden Age for political cartoonists began with Nixon and Watergate and ended with Clinton. I do better when things are bad. When we are winnings wars and the news programs have splattered the players all over the place, there’s nothing to say. Politics are dull these days. I don’t know if we’ll ever have another Bill Clinton.»
Taylor Jones

Taylor Jones
Diz-se que Taylor Jones decidiu ser caricaturista no dia em que se viu ao espelho; há que confessar que o Sr. Jones tem, e no bom sentido, um ar cómico. E da mesma forma que ele «se vê» e os outros o vêem decidiu ver o mundo. É provavelmente um dos mais brilhantes caricaturistas actuais e a aceitação do seu trabalho assim o parece demonstrar. Jones é publicado por diversos jornais e revistas um pouco por todo o mundo. «Los Angeles Times», «The Chicago Tribune», «The Philadelphia Inquirer», «Ma’Ariv» (Israel), «El Mercurio» (Chile), «Courrier Internationale». Taylor também contribui na «The New Republic» e «U.S. News & World Report», e actualmente também para a «Hoover Digest», o jornal da Stanford University’s Hoover Institution.
Mas o seu principal trabalho actualmente é como cartoonista editorial do jornal «El Nuevo Día», o maior de Porto Rico.

Taylor Jones, «El Nuevo Día»
Vive calmamente em Staten Island com a sua família onde além das caricaturas e cartoons se dedica à sua outra paixão, observar pássaros.

Taylor Jones
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Publicado por JN em Janeiro 27, 2008

Mr. Fish, «Cagle cartoons»
«Mr. Fish lives in Los Angeles, Calif. He never asked to be born. Occasionally, he laughs his head off. His mother has no idea what he’s up to. She cries easily. For more information, date him.»
É assim que Dwayne Booth (Mr. Fish) escreve sobre ele próprio. Considerado um cartoonista de um género mais «alternativo», é de um humor mordaz, corrosivo e (demasiado para muitos) negro; é provavelmente um dos autores mais irreverentes da actualidade. Aparece regularmente no LA Weekly - onde escreveu uma série de artigos ilustrados, geralmente, por um cartoon da sua autoria, criou o Real World, uma série de pequenos filmes animados, e mantém um blog -, no Los Angeles Times, Harper e na Truthdig.

Mr. Fish, «Harper Magazine»
Os seus cartoons, com uma linguagem «crua» causam várias vezes alguma polémica; política e costumes da sociedade moderna, em especial o conservadorismo americano, religião, «expressões» de fanatismo são o alvo do irreverente e polémico Mr. Fish que não é exactamente «meigo». E os seus cartoons, autênticos insultos para muitos, expressam isso mesmo.

Mr. Fish, «Cagle cartoons»
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Publicado por JN em Janeiro 18, 2008

Rainer Hachfeld, «Neues Deutschland»
«This is my creative process: I inform myself reading the morning papers and looking in some online news.
I choose either the most important or the most ridiculous news, get an idea and draw.
I enjoy caricaturing George W. Bush. He is one of the most ridiculous politicians in my repertoire. The policies he stands for are criminal and dangerous. But that does not change his ridiculousness, other politicians espouse the same policies. He only has to put them across, which causes him difficulties, because he doesn’t really understand them. I like to draw Bush in relation to Condoleeza Rice as a helpless toddler. His Secretary of State is his superior in intellect and other aspects also. He follows her lead and cries on her shoulder.»
Rainer Hachfeld
Rainer Hachfeld é o cartoonista editorial do jornal alemão Neues Deutschland. Homem controverso, tem um traço característico que realça sempre o pior em quem ele quer retratar. Tem como «amor de estimação» o presidente americano George W. Bush e a sua secretária de estado Condoleeza Rice, embora não se fique por estes dois políticos actuais; para Hachfeld, Bush e Rice são dois estereótipos de uma certo tipo de política actual.
O seu amor por George W. Bush já lhe valeram muitas críticas e insultos por parte de muitos americanos (principalmente republicanos) que acham a sua forma de retratar o Sr. Bush (como um bebé de fraldas sempre ao colo de Rice) humilhante e um insulto aos EUA. Mas Hachfeld não desarma e continua. Bush como um bebé é para ele a melhor forma de retratar a politica do presidente americano e da sua ama Rice.

Rainer Hachfeld, «Neues Deutschland»
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Publicado por JN em Janeiro 8, 2008

Yaakov Kirschen
«Dry Bones», a tira cómica do jornal «Jerusalem Post» faz este mês 35 anos. É da autoria de Yaakov Kirschen onde apresenta uma opinião sempre muito pessoal do Médio Oriente, e em especial, do conflito israelo-árabe.
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Publicado por JN em Dezembro 31, 2007

Stavro, «Ad-Dabbour»
Stavro Jabra nasceu em 1947 em Beirute no Líbano. Conhecido por Stavro, há40 anos que mostra os acontecimentos do seu país, do Médio Oriente e do mundo no seu geral. A sua reputação começou em 1967 nos principais jornais libaneses com as caricaturas e cartoons editoriais. Publica em vários jornais de língua árabe e os seus tabalhos também já apareceram em publicações internacionais como o «Der Spiegel», «Le Monde», «Le Courrier International» e o «The Washington Times». Neles mostra ao mundo o drama do Líbano e os ataques à liberdade de expressão no seu país e não só.

Stavro, «La Liberté d’expression: Les caricatures de la discorde»
É também fotografo e fundou em em 1992 o «Lebanese Press Photographers Syndicate».

Stavro
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Publicado por JN em Dezembro 31, 2007
«After God created the world, He made man and woman. Then, to keep the whole thing from collapsing, He invented humor.»
Guillermo Mordillo

Mordillo
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Publicado por JN em Junho 24, 2007

O Museu Nacional da Imprensa , no Porto, está a mostrar desde sexta-feira os cerca de 400 trabalhos seleccionados para a IX edição do Festival Mundial PortoCartoon, este ano dedicada ao tema «Globalização». São apresentados diversos trabalhos relacionados com a fiscalização de pessoas e bens nos aeroportos, os produtos «made in China» e a informática. A participação do IX PortoCartoon bateu o recorde dos últimos anos ao receber mais de 1700 cartoons, de quase 500 cartoonistas, de 60 países. O PortoCartoon-World Festival é considerado pela FECO (Federation of Cartoonists Organisations) um dos três principais festivais de desenho humorístico do mundo, o que coloca Portugal no pódio dos concursos internacionais de caricatura. A FECO é a mais importante organização internacional de cartoonistas representando mais de 2000 artistas de 30 países.
O polaco Grzegorz Szumovski foi o vencedor do Grande Prémio com o desenho de um arqueiro indígena a lançar uma seta com um telemóvel amarrado.

Grande Prémio: Grzegorz Szumovski (sem título)
O segundo prémio ex-aequo foi atribuído ao brasileiro Osvaldo da Silva Costa e ao italiano Alessandro Gatto.

2º Prémio (Ex-aequo): Alessandro Gatto, «Shopping»

2º Prémio (Ex-aequo): Osvaldo Silva da Costa, «Motorperpetuo»
O terceiro prémio foi para Ruan Tang Li, da China.

3º Prémio: Ruan Tang Li (sem título)
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Publicado por JN em Junho 15, 2007

Jeff Parker, «Florida Today»
«A cartoonist works best if he or she doesn’t feel there’s someone breathing over their shoulder.»
Fred Hiatt

John Pritchett, «Pritchett cartoons»
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Publicado por JN em Abril 12, 2007

Mark Streeter, «The Savannah Morning News»
Morreu Johnny Hart o criador da série «BC». Publicado em mais de mil jornais em todo o mundo, «BC» centrava-se em personagens humorísticas tiradas do tempo primitivo, em que dinossauros conviviam com homens das cavernas, mas com histórias e situações que remetiam para a realidade norte-americana. Johnny Hart serviu-se da banda desenhada para abordar temas polémicos como o da religião, o que lhe valeu recusas de publicação das suas histórias por parte de alguma imprensa americana.
Johnny Hart faleceu no sábado, em casa, enquanto desenhava…

John Deering, «The Arkansas Democrat-Gazette»

Cardow, «The Ottawa Citizen»
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