Na Irlanda, o dia das decisões

It is an unlikely alliance: ultra-rightwing Catholics, traditional nationalists, pro-American free marketeers and the far left. Add in a pop star and a turkey puppet called Dustin and you have a force which threatens to sink a reform project designed to transform how nearly 500 million Europeans are governed.
The Irish Republic goes to the polls today to ratify or reject the Lisbon EU reform treaty, which was meant to map out Europe’s future in the 21st century. The potential for an upset is very real. [The Guardian]
Na Irlanda hoje joga-se a esperança de muitos: de um lado os eurocépticos esperam um Não da Irlanda, os europeístas, como Durão Barroso, esperam um Sim. Todos têm medo — este últimos, claro — de uma repetição do que aconteceu na França e na Holanda. E a acreditar nas sondagens têm razões para isso. E se acontecer não vai se passara nada de especial. O Tratado não entra em vigor, a vida na UE continuará a decorrer como sempre, a comunidade continuará a funcionar como tem vindo a funcionar e não haverá crise nenhuma.

Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»
E nem todos poderão dizer como os Irlandeses, seja lá qual for o resultado, «nós escolhemos». Isso faz a diferença.


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