Notas ao café…

O pombo Winston

Posted in notas ao café by JN on Setembro 13, 2009

The Whole Internet Truth

De novidade a Internet passou a realidade e, como tal, tornou-se indispensável. Como também indispensável será um bom serviço, como descobriram muitos sul-africanos. A companhia Unlimited IT, uma empresa informática, sentiu-se tão frustrada com as velocidades fornecidas pela Telekom, que contratou um pombo-correio, de seu nome Winston, para provar que é mais rápido transmitir informações na África do Sul através de um pombo-correio do que usar o principal provedor de acesso à Internet do país.

Winston levou um cartão de memória de quatro 4 gigabytes amarrados a uma das pernas num trajecto de cerca de 80 km, entre um escritório da empresa na cidade de Howick a outro na cidade costeira de Durban. Segundo a Unlimited IT, o pombo demorou 2 horas 6 minutos e 57 segundos a chegar ao destino. Durante o tempo que levou a Winston chegar, mais o tempo de download da informação do cartão de memória, a ADSL apenas tinha conseguido transmitir 100 MB.

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Arcadio, «La Prensa»

Enquanto a Telekom recusa qualquer responsabilidade no problema da Unlimited IT, Scott Balduf, correspondente do The Christian Science Monitor em Joanesburgo, explica porque a história é mais relevante do que parece, e não só para a África do Sul:

Officially, the Unlimited Group has not given up on the Internet, nor has it any plans to embrace the use of homing pigeons that was pioneered on the battlefield by Genghis Khan. But while the pigeon-versus-Internet stunt was a resounding success in terms of satire, it also makes a point that many businesses throughout Africa are making: Africans pay some of the highest prices for some of the least reliable Internet service in the world. And if a country like South Africa – relatively prosperous and developed – can’t solve this problem, then it’s going to need a lot more pigeons.

In most parts of Africa, Internet service is provided by satellite transmission dishes, an expensive and unreliable option. Go to an Internet cafe in Kinshasa or Khartoum, and you’ll see dozens of earnest students and businessmen, typing out messages, pushing the send button, and then hoping the power doesn’t go out before the message gets sent.

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