Notas ao café…

Uma nova ONU para a mulher

Posted in notas ao café by JN on Setembro 14, 2009

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Grant Shaffer, «The New York Times»

A ONU pode vir a sofrer uma reestruturação que irá afectar a vida de metade da população do planeta. A organização pretende rever a sua estrutura interna para melhor poder responder aos interesses da mulher no mundo; de facto as mudanças mais significativas que se esperam, dizem respeito às mulheres e aos conflitos armados. Espera-se, principalmente, que estas reformas tenham um papel crucial na vida das mulheres em zonas de conflito.

Assim como a ONU protege as crianças em zonas de conflito, através da UNICEF, activista e juristas apelam à ONU para protegerem as mulheres dos abusos generalizados nestas zonas e assegurar que estas terão direito a participarem de uma forma activa nos processos de paz, na reconstrução pós-conflito e no governo. Mas nove depois depois do Conselho de Segurança da ONU ter aprovado uma resolução deste tipo, problemas como a violação, rapto, tráfico, educação sexual e acesso à educação por parte das raparigas, continuam a ser um problema em muitas zonas do planeta.

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Oguz Gurel (Turquia)

Escreve Donald Steinberg, no GlobalPost

Since this structure is to be left in place for up to five years before being reviewed, however, the potential impact is all about the details. As GEAR points out, to make this change really matter for real women, the following commitments must be secured from the beginning:

1) Women in civil society around the world – and especially from conflict-related countries – must have a genuine voice in the new entity, not just on an ad hoc consultative basis, but through a formal decision-making role. The principle must be, “Nothing About Us Without Us.”

2) There must be time-bound goals for achieving reductions in violence against women, participation of women in peace processes, allocation of reconstruction resources to projects of interest to women and other steps. […]

3) As much as $1 billion more dollars a year – or about 30 cents per woman – must be dedicated to these issues. […]

4) The new Under-Secretary-General must be a world-class figure, able to generate not only public attention and mobilize political will among governments, but with substantial knowledge of the U.N. system. The Secretary-General must give this leader the respect and resources needed to do her job, and the access to the U.N. General Assembly and Security Council to achieve progress.

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