Notas ao café…

Um “deus” mortal

Posted in notas ao café by JN on Outubro 26, 2009

O golo do acima ocorreu durante o Mundial do México de 1986, num jogo entre a Argentina de Inglaterra, depois da famosa “mão de Deus”. É considerado um dos golos do século, para muitos o “golo”. Diego Armando Maradona foi o melhor jogador da sua geração, é considerado um dos melhores de sempre e foi considerado o melhor jogador do século da FIFA, numa eleição envolvida em polémica. A apesar da sua queda, que começa no início dos anos 90 quando é expulso do Nápoles por consumo de droga, a aura de Maradona  no seu país natal continuou, quase que como uma religião: Maradona foi o obreiro da vingança argentina sobre a Inglaterra pós-Falklands. Mas a aura do treinador e seleccionador nacional Maradona é uma bem diferente, como escreve a Time, com a sua selecção, que tem alguns dos melhores jogadores do mundo, a ter poucos momentos brilhantes, os argentinos viram-se agora contra o seu “deus”:

[…] “He may be the greatest player of all time, but he obviously is a bad coach and people know it,” says Jorge Lanata, an Argentine journalist and writer who has published a series of books on Argentine history.

Argentina may have long been the unquestioned top dogs of Latin American soccer along with Brazil, but it took a final-minute goal against lowly Uruguay last week to scrape through the qualifying tournament for next year’s World Cup in South Africa. It was a moment of desperate relief after months of abysmal performances that had all of Argentina anxious that their team might miss its first World Cup since 1970, a devastating blow for national pride that not even the country’s deep love for Maradona could have survived.

“The adoration they feel for him could easily have turned to hate at any moment,” says Lanata.

Maradona’s behavior as coach was widely perceived as erratic: He took off unannounced for a surprise visit to a weight-loss clinic in Italy between two matches, for example, and the fact that he used more than 70 different players in his squad over 13 matches (at a moment when most of his rivals in other countries are close to settling on the final 23 players they’ll take to South Africa) had fans miffed and the press questioning his judgment in a manner unthinkable during his heyday.

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