Notas ao café…

NATO espera por Obama

Posted in notas ao café by JN on Outubro 27, 2009

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General Stanley A. McChrystal

Na Eslováquia os ministros da defesa da NATO acordaram em apoiar as medidas do General Stanley McChrystal embora tenham evitado o assunto do envio de mais militares para o Afeganistão que o general pediu ao Presidente Obama, mas que sai reforçado com esta decisão; segundo o Secretário-Geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen:

There is a support of this counter-insurgency strategy which means that ministers agree that it does not solve the problems of Afghanistan just to hunt down and kill individual terrorists.

No entanto, o Secretário da Defesa americano Robert Gates, afirmou que os países da NATO estão a caminhar no sentido do reforço da sua presença militar e civil no Afeganistão e assegurou os seus aliados que os EUA continuam empenhados na sua missão. Afirmou também que uma redução no número de militares presentes é pouco provável e que a decisão sobre um aumento ou não no número de tropas americanas surgirá nas próximas semanas. Espera-se que cerca de 104 mil militares da NATO — dois terços americanos — estejam neste país até ao final do ano.

A maior parte dos países da NATO esperam uma decisão do Presidente Obama antes de se comprometerem com o envio de mais militares, como afirma o ministro da Defesa holandês Eimert Van Middelkoop.

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Jeff Parker, «Florida Today» & »Cagle cartoons»

Uma das vozes contra o pedido do General McChrystal é um outro General, George Casey o chefe do estado maior do exército, como escreve a Foreign Policy:

[…] Gen. George Casey, the Army chief of staff, fears that the size and duration of this commitment could eventually break the all-volunteer Army. One strategic risk is that the United States would not have enough ready ground forces for another sustained contingency elsewhere. Finally, the funding that is diverted to sustaining ground-force intensive operations in Iraq and Afghanistan could be creating risks in the space, air, and naval dimensions that will unpleasantly appear in the next decade and beyond.

[O]ther strategic risks would remain. U.S. ground combat power would be unavailable for another sustained effort elsewhere, unless force generation planners were again willing to risk reducing home-station time down toward 12 months. Casey wants to stop this gamble on the Army’s future.

Second, McChrystal’s open-ended commitment to Afghanistan would mean that ground-force operations, paid for with either regular or supplemental budgets, would continue to divert funds away from space, air, and naval modernization.

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Jim Morin, «The Miami Herald»

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