Notas ao café…

A Ásia e Obama

Posted in notas ao café by JN on Novembro 17, 2009


Chappatte, «International Herald Tribune»

Pouco haverá a dizer da viagem de Barack Obama ao Japão; com o novo governo de Yukio Hatoyama, o Japão parece querer diminuir a influência americana no país, como será o caso da presença de militares americanos em território japonês que agrada pouco ao Sr. Hatoyama. Embora esse facto, os EUA e o Japão concordaram em reforçar a sua aliança. Talvez o facto que mais foi falado foi a vénia do Presidente Obama ao Imperador Akihito — há quem ainda confunda o seguir convenções culturais com submissão. Depois de o ter feito ao Rei da Arábia Saudita, é agora a vez do Imperador do Japão.

Diferentes culturas, diferentes hábitos; há quem beije a face, quem aperte as mãos, quem faça vénias. E segundo Jake Tapper, não é um facto novo, nem Barack Obama o fez bem. O ThinkProgress também aponta situações semelhantes e para o facto do Presidente Eisenhower fazer vénias a todos quanto encontrava.


Pat Bagley, «Salt Lake Tribune»

Na sua primeira visita à China, o Presidente Obama e Hu Jintao irão falar da recessão global, problemas ambientais que serão discutidos em Copenhaga. O Presidente americano também quer o apoio do governo chinês nas sanções contra o Irão se este país não concordar em enviar o seu urânio para ser enriquecido na Rússia. Barack Obama elogiou o esforço do governo chinês na erradicação da pobreza mas, ao mesmo tempo, evocou a questão dos Direitos Humanos e da liberdade de expressão:

We do not seek to impose any system of government on any other nation, but we also don’t believe that the principles we stand for are unique to our nation. These freedoms of expression and worship, of access to information and political participation – we believe are universal rights.


David Granlund, «Politicalcartoons.com»

Na The Economist escreve-se:

[…] Mr Obama’s comments on human rights focused more on how America had benefitted from respecting them (albeit imperfectly) than China had suffered from violating them. He said freedom of expression, worship, access to information and of religion were “universal rights” that should be available to everyone “whether they are in the United States, China or any nation.”

In Beijing, where he is set to meet Chinese leaders and tour historical sites, Mr Obama is likely to be just as cautious. Although there is little expectation now of a detailed global agreement on climate change at a UN conference in Copenhagen in December, Mr Obama is still eager to present a more united front with China on global warming. Signs that China is taking the problem seriously could help him to get climate-change legislation through Congress. […]

Mr Obama’s central message is that China should not view America as a threat, no matter what its grievances over American policy toward Taiwan, Tibet or human rights. Mr Obama told the audience in Shanghai that America did not want to contain China’s rise, nor impose any particular system of government on it. He avoided, however, saying how he would handle America’s arms sales to Taiwan, a critical point of contention that—however much America may wish otherwise—China is not ready to ignore.


Luojie, «China Daily»

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