Notas ao café…

HRW vs. Raúl Castro

Posted in notas ao café by JN on Novembro 24, 2009


Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

O jornal argentino El Siglo, escreve que o mundo parece fascinado pelo Presidente americano Barack Obama e que Fidel Castro não é excepção. O antigo líder cubano não consegue parar de falar e escrever sobre o primeiro afro-americano a ocupar a Casa Branca, escrevendo quase obcecadamente sobre as suas politicas, a sua juventude e energia. Ao contrário do que se passou com o antigo Presidente George W. Bush, a quem chamou de “bêbado genocida”, Barack Obama é um “eleito” de Castro:

[…] Desde que le dejó la presidencia a su hermano Raúl en febrero de 2008, Fidel, de 83 años, publica una columna llamada Reflexiones del compañero Fidel, que es publicada por todos los medios de prensa, en manos del estado. No pasa semana en la que Castro no mencione a Obama. El jueves, en un artículo que ocupó la página entera, Castro filosofó a propósito de todo, desde el viaje de Obama a Asia hasta sus perspectivas de ser reelegido.
El mes pasado, Castro dijo que le parecía bien que le hubiesen dado a Obama el Premio Nobel de la Paz, pero sugirió que ahora debía ganárselo, parafraseando al cineasta Michael Moore.
En septiembre, afirmó que Obama había hecho un valiente llamamiento a combatir el calentamiento global. […]


Jim Morin, «The Miami Herald»

Fidel Castro tem várias razões para elogiar Barack Obama, e uma até está ligada a interesses económicos da própria ilha. Castro precisa que o bloqueia a Cuba termine, e se há alguém capaz de fazer esse é o Presidente Obama, que até se mostra receptivo a isso. E o novo relatório da Human Rights Watch, embora pouco favorável para o governo de Raúl Castro, aponta que atitude de muitos governos para com Cuba tem que mudar:

Efforts by the US government to press for change by imposing a sweeping economic embargo have proven to be a costly and misguided failure. The embargo imposes indiscriminate hardship on the Cuban population as a whole, and has done nothing to improve the situation of human rights in Cuba. Rather than isolating Cuba, the policy has isolated the United States, enabling the Castro government to garner sympathy abroad while simultaneously alienating Washington’s potential allies.

There is no question: the Cuban government bears full and exclusive responsibility for the abuses it commits. However, so long as the embargo remains in place, the Castro government will continue to manipulate US policy to cast itself as a Latin American David standing up to the US Goliath, a role it exploits skillfully.

[…] Not only have all of these policies—US, European, Canadian, and Latin American—failed individually to improve human rights in Cuba, but their divided and even contradictory nature has allowed the Cuban government to evade effective pressure and deflect criticism of its practices.

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