Notas ao café…

O reinado de McChrystal

Posted in notas ao café by JN on Dezembro 9, 2009


Adam Zyglis, «The Buffalo News»

O General Stanley McChrystal, elogiou nesta terça-feira o plano dos EUA de enviar mais 30 mil soldados ao país. Perante o Congresso afirmou que a coligação liderada pelos EUA enfrentam uma resistência no terreno complexa, que os afegãos desconfiam de seu governo e que a missão no país é indiscutivelmente difícil. Mas disse que agora o sucesso no conflito afegão é possível. Segundo o General McChrystal — algo que virá, provavelmente, a ser recordado — a Al-Qaeda não será derrotada enquanto o seu carismático líder, Osama Bin Laden, não for capturado ou morto — Mark Mardell, da BBC, comenta as afirmações do Gen. McChrystal no seu blog.


Bruce Beattie, «Daytona Beach News-Journal»

Para Max Hastings, do New York Times, não há razões para optimismo; nem o número de tropas ou o mandato para retirar em dois anos irá impressionar os Taliban, que não têm qualquer tipo de calendário definido para o que pretendem, nem o povo afegão. Para Hastings a política e a diplomacia devem ter um papel fundamental

[…] The critical fact, however, is that military operations are meaningless unless in support of a sustainable political system.[…]

Little progress can be made toward regional stability without reducing tensions between Pakistan and India. India’s dalliance with the Afghan government, which has been given hundreds of millions of dollars in Indian aid, has increased the deep paranoia of the Pakistani Army and intelligence service. The status quo will only lead powerful elements of Pakistan’s security forces to continue to support Islamic militants as proxies against India.

Few responsible participants in the Afghan drama, even the most pessimistic, urge a precipitate withdrawal. We are too deeply committed for that. What seems important is to recognize that politics and diplomacy are the fundamentals, though they cannot progress unless security improves. Even the most limited stabilization program will founder unless all the regional powers, including Iran, become parties to it. It is difficult to imagine that the Karzai administration can raise its game sufficiently to gain a popular mandate strong enough to stop the Taliban. […]


Bob Gorrell, «Creators Syndicate Inc.»

Para Eugene Robison o esforço de guerra adicional é inútil; no Afeganistão a Al-Qaeda praticamente não existe e julga-se que estabeleceu o seu quartel-general no Paquistão. Robison escreve que um dos principais problemas é que a Al-Qaeda não tem uma base “real”, é uma “ideologia” e que pode aparecer em qualquer lugar:

In the end—even if conditions in July 2011 are such that Obama can order a real withdrawal, not a token one—the larger threat of terrorism will remain. The “drain the swamp” approach to fighting terrorism doesn’t work if the virulence can simply infect the next swamp, and the next.

It never made sense to think of the fight against terrorism as a “war” because it’s not possible to defeat a technique or an idea by force of arms. George W. Bush chose a path toward a more or less permanent state of costly, deadly, low-level war. Barack Obama should have taken a different course.


Mike Keefe, «The Denver Post»

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