Notas ao café…

O mundo segundo Blair

Posted in notas ao café by JN on Fevereiro 1, 2010


Paresh Nath, «The Khaleej Times»

Escreve Robin Lusting:

So, what did I make of Tony Blair’s appearance today at the Iraq inquiry? Well, my overwhelming sense is that what we witnessed today was an extraordinary insight into the inner workings of the Blair mind.

You may agree or disagree with the decisions that he took – but after his six hours in the witness box, you can’t really claim that you still don’t understand why he took the view that he did. […]

Perante a comissão que investiga a invasão do Iraque, por muitos considerada ilegal ao abrigo do Direito Internacional, Tony Blair afirmou que faria tudo da mesma forma e que a resolução 1441 do Conselho de Segurança deu cobertura legal à invasão. Catherine Mayer, na Time, escreve que quem estava à espera de um Tony Blair arrependido, com algum tipo de desculpa preparado, ficou desiludido; não só o antigo primeiro-ministro defendeu o “risco calculado” que foi a sua decisão como ainda usou o tempo de antena para abrir uma nova frente de combate: o Irão:

[…] The inquiry was established to learn the lessons of Iraq. Chief among these lessons is that dangerous regimes that may have weapons of mass destruction must be confronted, according to Blair, and he made sure the inquiry was in no doubt that Iran sits at the top of his personal axis of evil. “When I look at the way Iran today links up with terror groups … a large part of the destabilization of the Middle East … comes from Iran,” he said. As for taking action to curb Iran’s nuclear ambitions, that’s “for the leaders of today to decide. My judgment is you don’t take any risks with this issue,” Blair added.

Thomas Ash, no openDemocracy, escreve que parte da razão que levou Tony Blair a concordar com a invasão do Iraque está enraizado no passado imperialista do Reino Unido. O diplomata sueco Hans Blix e ex-inspector da ONU que acusou George W. Bush e Tony Blair de terem manipulado o relatório oficial que elaborou sobre as armas de destruição maciça no Iraque, para justificar a invasão militar de 2003, escreve no The Guardian sobre o que se passou em 2003.

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