Notas ao café…

“Adeus” Lua

Posted in notas ao café by JN on Fevereiro 4, 2010


Victor Harville, «Stephens Media Group»

O Presidente Barack Obama cancelou do programa Constellation, lançado por George W. Bush em 2004, para colocar de novo astronautas na Lua em 2020. Embora a NASA vá receber mais de 100 mil milhões de dólares nos próximos cinco anos, o programa — estava a desenvolver a nave espacial Orion, a nave lunar Altair e os foguetões Ares para levar astronautas para a Lua pela primeira vez em quase meio século — foi considera muito caro e sem inovação pela administração.

A alternativa vai ser a aplicação de uma parte das verbas destinadas a esse programa em incentivos às empresas privadas para criarem uma nova geração de foguetões e de naves para voos espaciais tripulados. Será dada atenção a outro projectos como aumentar o tempo de vida da até agora inacabada Estação Espacial até 2020. Maior investimento no desenvolvimento de robots e missões não-tripuladas, que são menos dispendiosas. Seja como for, na próxima década ou mais não haverá qualquer missão à Lua e, aspecto importante, a NASA não terá mais (ou durante algum tempo) a capacidade de colocar por si equipamento ou tripulações no espaço; será daqui para a frente cliente do sector privado, como a United Launch Alliance, ou de outra agência espacial.


Richard Bartholomew, «Artizans.com»

A The Economist escreve que a realidade, neste caso a crise financeira, derrubou o sonho de George W. Bush e aplaude o plano do Presidente Obama:

[…] On February 1st, reality caught up. The back-to-the-moon programme, Constellation, with its Ares rocket (pictured), fell victim to Barack Obama’s need to find cuts. The Office of Management and Budget described it as over budget, behind schedule and lacking in innovation due to a failure to invest. The office also said Constellation had sucked money from other, more scientific programmes, such as robotic space exploration and Earth observation.

Much has been made of the fact that NASA will, as a consequence of Constellation’s cancellation, have to rely on private firms to send its astronauts to the international space station once the space shuttle is withdrawn. In many ways, though, this is the least interesting aspect of what is happening, for what Mr Obama proposed is actually a radical overhaul of the agency.

[…] Under the new regime, companies will get fixed-price contracts instead of being paid on a “cost plus” basis. The risks and burdens of developing transport to low Earth orbit will thus fall to the private sector. […]

The Earth-observation programme will receive some $2 billion to improve the forecasting of climate change and monitor the planet’s carbon cycle and its ice sheets. As part of this, NASA will replace the Orbiting Carbon Observatory, a satellite that was lost a year ago, and which was supposed to identify the world’s sources, and sinks, of carbon dioxide.

There will also be a new emphasis on robotic missions, which are vastly cheaper than manned ones, and cause less angst if they blow up. The first robot destination will be the moon. There will also, according to Charlie Bolden, NASA’s administrator, be a mission to the sun, to study the solar wind, and one to improve the agency’s ability to detect and catalogue interesting (but potentially dangerous) asteroids that pass near Earth.

It all, then, adds up to a radical shift—but a sensible one after years of fantasy. As Lori Garver, Mr Bolden’s deputy, put it, “the old plans lost us the moon. This gives us back the solar system.”


Aislin, «The Montreal Gazette»

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