Notas ao café…

A desunião Europeia

Posted in notas ao café by JN on Março 4, 2010


Michael Kountouris

Catherine Ashton, a chefe da diplomacia europeia, continua a criar a si própria problemas. A Baronesa Ashton desde que assumiu o cargo enfrenta uma série de desafios e criticas que provavelmente terão mais a ver com o cargo que assumiu do que consigo própria. A França e a Alemanha chegaram mesmo a considerar que a Sra. Ashton tem demasiado poder e  esta vê-se actualmente no meio de uma disputa entre estes dois países e o Reino Unido.

Ian Traynor, no The Guardian, cita um deputado europeu alemão em que este afirma que foi dado à senhora uma tarefa quase impossível:

[…] It was said to be the best job going in Europe. It is rapidly turning into the worst.

“Baroness Ashton has been given an absolutely impossible task,” said Alexander von Lambsdorff, a German liberal MEP on the parliament’s foreign affairs committee.

The critics are already feeling vindicated. Early French vitriol is widening into stronger and more substantive reservations about her judgment and early policy moves.


Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

Simon Robinson, na Time, escreve que se a Europa quer rivalizar com os EUA e a China no cenário internacional tem que parar de se comportar como um grupo de “estados insulares” e trabalhar como um grupo coeso, mas não deixa de referir que a escolha de Herman Van Rompuy e Catherine Ashton é um dos grandes entraves a tal tarefa:

[…] The Lisbon Treaty, establishing the new offices of the President of the European Council and the High Representative for Foreign Affairs and Security Policy, was supposed to change all that. In practice, however, the new E.U. will be run by a complex mechanism with four axes: the President and Foreign Minister; the country holding the rotating presidency; the President of the European Commission and national heads of state and government. The new setup looks like a parody of all that is wrong with the E.U., bureaucratic and complicated, built on least-bad options and seemingly designed to encourage turf wars rather than action.

Critics point to the selection of Herman Van Rompuy and Catherine Ashton as Europe’s President and Foreign Minister as symbolic of a lack of vision. […] “Van Rompuy and Ashton give the impression of being chosen for their limits rather than their merits,” says Dominique Moïsi, senior adviser at the French Institute for International Relations. One senior European official frets that when it comes to the E.U. projecting itself, the choice of Van Rompuy and Ashton means the grouping will have to reconcile itself to five years of underperformance.

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