Notas ao café…

Eleições no Iraque

Posted in notas ao café by JN on Março 8, 2010


Chappatte, «International Herald Tribune»

No meio de violência que provocou trinta e oito mortos, dezanove milhões de eleitores iraquianos decidiram não ceder ao medo e foram em massa às urnas. Barack Obama disse que as eleições deste domingo foram um “marco” na história do país. e que a votação deixou claro que o futuro do Iraque pertence ao povo iraquiano. A Newsweek fala do renascimento de uma nova nação e que algo que se assemelha a uma democracia finalmente começa a tomar forma no Iraque.

Embora a Newsweek praticamente celebre a vitória no Iraque, na The Economist escreve-se que ainda é cedo para tal; ainda é uma nação frágil onde o número de mortes é superior ao Afeganistão.

Andrew Lee Butters, na Time, diz que nenhum partido terá a maioria e Juan Cole, no Informed Comment, escreve sobre as eleições no Iraque e nos cenários possíveis do pós-eleições:

Will Muqtada and Ammar force the next Prime Minister to demand a US withdrawal?

Voting in Iraq began early Sunday, and turnout appeared to be heavy. The BBC analysis is that Prime Minister Nuri al-Maliki’s State of Law coalition will do well enough at the polls to again form the government, partnering with other religious Shiite parties. According to the Iraqi constitution, the party or coalition list with the largest number of seats, even if it is not a majority, will be given the first opportunity to form a government.

Al-Maliki, however, may well have to pay a price for remaining prime minister, if he can manage to do so, since that outcome would certainly require that he make a post-election coalition with the Shiite religious parties of the National Iraqi Alliance. The latter include the Sadr Movement and the Islamic Supreme Council of Iraq. Muqtada al-Sadr, leader of the Sadr movement, said Saturday on the Iran-based al-Alam satellite channel that he would only support a prime ministerial candidate who agreed to accelerate the departure of the US from Iraq. Based on its performance in last year’s provincial elections, the Sadr Movement could well get half of the seats gained by the National Iraqi Alliance; if Sadrists did that well, they could be essential to putting together the 51 percent al-Maliki (or any other prime minister) would need to govern. […]


Chappatte, «NZZ am Sonntag»

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