Notas ao café…

Obama vence

Posted in notas ao café by JN on Março 23, 2010


RJ Matson, «Roll Call»

Escreve a The Economist:

“TODAY is a day that will rank with the day we passed the Civil Rights Act in 1964!” So declared John Dingell, a Democrat from Michigan, on the floor of the House of Representatives as he argued for passage of President Barack Obama’s health-reform package on Sunday March 21st. That is quite a claim, but coming from America’s longest-serving congressman (and one whose father also championed health reform in Congress) his words carried weight. […]

Não foi o Waterloo de Barack Obama; a reforma do sistema de saúde foi aprovada pelo Congresso e é a lei social mais abrangente das últimas quatro décadas. Mais de 32 milhões de americanos que actualmente não dispõem de acesso a consultas, exames e tratamentos terão cobertura médica, que se manterá essencialmente na mão de fornecedores privados. A partir de 2014, o governo obrigará todos os adultos a ter um seguro de saúde, ou através das apólices de grupo oferecidas pelos empregadores ou por um mercado individual. Famílias que não disponham de recursos para suportar os custos dos seguros, terão acesso a subsídios governamentais.

Paul Krugman chama-lhe o voto mais importante desde a luta pelos direitos civis, nos anos 60. E.J. Dionne Jr., no Washington Post, escreve que se fez história no Congresso. Karen Tumulty, na Time, tem a mesma opinião.


David Fitzsimmons, «The Arizona Star»

Robert Reich escreve sobre o significado político da aprovação desta lei:

[…] The significance of Obama’s health legislation is more political than substantive. For the first time since Ronald Reagan told America government is the problem, Obama’s health bill reasserts that government can provide a major solution. In political terms, that’s a very big deal.

[R]eagan’s view of government as the problem is increasingly at odds with a nation whose system of health care relies on large for-profit entities designed to make money rather than improve health; whose economy is dependent on global capital and on global corporations and financial institutions with no particular loyalty to America; and much of whose fuel comes from unstable and dangerous areas of the world. Under these conditions, government is the only entity that can look out for our interests.

We will not return to the New Deal or the Great Society, but nor will we continue to wallow in the increasingly obsolete Reagan view that we don’t need a strong and competent government. Today’s vote confirms our hope that we can have both strength and competence in Washington. It is an audacious hope, but we have no choice.


Aislin, «The Montreal Gazette»

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