Notas ao café…

O erro Bakiyev

Posted in notas ao café by JN on Abril 14, 2010


Rainer Hachfeld, «Neues Deutschland»

Dmitri Medvedev, na terça-feira, em Washington, afirmou que o Quirguistão está à beira de uma guerra civil. Segundo o Presidente russo, o país corre o perigo de se transformar num segundo Afeganistão depois da deposição do Presidente, Kurmanbek Bakiyev, na última semana. Para O Sr. Medvedev, Bakiyev deve demitir-se.

Kurmanbek Bakiyev pelo seu lado, disse que está disposto a renunciar se o governo interino garantir a sua segurança e a da sua família e colocar um fim ao derramamento de sangue no país. As condições foram colocadas numa conferência de imprensa na cidade de Jalalabad, no oeste do Afeganistão, onde permanece desde que foi afastado do poder. Ainda nesta terça-feira, o governo interino retirou a imunidade presidencial do Sr. Bakiyev avisando-o que seria preso caso não renunciasse. Em declarações anteriores, Kurmanbek Bakiyev sempre insistiu que continuava a ser o líder legítimo do Quirguistão.

Tom Malinowski, na Foreigen Policy, escreve que o que se passa no Quirguistão é algo comum na Ásia Central; o mundo ignorar os Direitos Humanos, as aspirações pela democracia dos povos, em favor da estabilidade política da região:

[…] For the last several years, many of this Central Asian country’s people have felt betrayed by a government that came to power promising democracy and reform, but in their eyes delivered repression and nepotism instead. A confrontation had been brewing for months, with arrests of opposition leaders and restrictions on the media prompting public protests, which escalated when the government hiked utility prices. Meanwhile, the government’s heavy-handed police methods have, according to some analysts, helped radicalize a growing part of the Muslim population in southern Kyrgyzstan.

If you raised these problems with U.S. government officials in the last year or so, they would typically say something like: “Yes, all of that is true, and we’re very concerned. But [sigh], there are other equities.” In Washington nowadays, “equities” is bureaucratic parlance for “the Pentagon has a stake in this issue.” In the case of Kyrgyzstan and Central Asia, it means that the U.S. government’s chief concern is keeping the region’s roads, airfields, and airspace open for supplies moving to Afghanistan

U.S. policymakers increasingly view Central Asia as a transit point to somewhere else. It is a region through which oil and natural gas flow to Europe, reducing U.S. allies’ dependence on Russian energy supplies. It is a region through which fuel, food, and spare parts flow to surging U.S. and NATO forces in Afghanistan, reducing their dependence on a precarious Pakistani supply route. Officials and policy experts even have a new name for this region that captures its status as a logistical intermediary, rather than a set of distinct countries that matter in their own right: They call it the “Northern Distribution Network.” […]


Paresh Nath, «The Khaleej Times»

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