Notas ao café…

Impasse na Tailândia

Posted in notas ao café by JN on Abril 27, 2010


“War”
Stephff, «The Nation» (Tailândia)

O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, rejeitou um ultimato dos “camisas vermelhas” para dissolver o Parlamento e convocar novas eleições num prazo de trinta dias, afirmando que não cederá a intimidações e à violência e avisou que tomará as medidas necessárias para repor a ordem no país, que há semanas conhece protestos violentos nas ruas. Pelo menos 26 pessoas terão morrido nos confrontos com a polícia e há cerca de mil feridos confirmados desde que os tumultos começaram, em Março. Actualmente, a capital está pacífica, mas os manifestantes fortificaram as suas posições nas ruas e esperam por mais confrontos.

Na The Economist escreve-se que um ataque às posições dos manifestantes é algo que todos querem evitar; os custos humanos e políticos seriam demasiado elevados. Na Tailândia vive-se uma situação de impasse em que ambos os lados esperam que o outro tome a iniciativa:

[…] The army could still be used to disperse protesters. By offering no clear alternatives to the scotched peace deal, Mr Abhisit may be leaning that way, urged on by royalist backers who see no need for a truce. He is right to argue that holding another election will not solve Thailand’s protracted crisis. There is also a risk that raising a mob to force an election becomes an accepted part of the political process. In 2008, Mr Abhisit was the beneficiary of a yellow-shirted revolt that closed Bangkok’s international airports. Now he finds himself isolated in his own party and increasingly out of his depth. “I don’t know what is keeping him there,” muses a Western diplomat.

The danger for Thailand is that there are people on both sides who want to escalate the crisis. Gunmen with military weapons showed up on April 10th to aid the red shirts, who profess nonviolence. One reason why the army is hesitating is that it knows resistance would greet any move into the red-shirt camp. In his joint appearance with Mr Abhisit, General Anupong admitted that some of his troops are conspiring with the red shirts. Some active officers, and other retired soldiers, may have fought alongside the protesters, he said. Still, he added, the army is unified and supporting the government. This was not very comforting. Meanwhile, the country waits to see who makes the first move.

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