Notas ao café…

O adeus de Brown

Posted in notas ao café by JN on Maio 11, 2010


Rainer Hachfeld, «Neues Deutschland»

A jogo de Gordon Brown não teve o resultado que este esperava e os Trabalhistas foram obrigados a admitirem o fracasso nas negociações com os Liberais Democratas e que os esforços do partido na busca de um acordo para participar de um novo governo britânico chegaram ao fim. O ainda primeiro-ministro apresentou a sua demissão à Rainha e recomendou o nome de David Cameron para primeiro-ministro. E em Buckingham Palace o Sr. Cameron aceitou a nomeação e é agora o primeiro-ministro do Reino Unido. Nick Clegg será vice primeiro-ministro do novo governo.

Alex Massie analisa a estratégia de Nick Clegg:

[…] Once Labour MPs vowed to derail any plan to force through voting reform without a referendum and once John Reid, David Blunkett and Andy Burnham pointed out the absurdity of a “Loser’s Alliance” that, however constitutionally permissable, would mock the actual, you know, result of the election then even the most sawdust-brained Liberal Democrat MP could appreciate that this bird wouldn’t fly.

That leaves a proper deal with the Tories the only sensible option – an outcome that I suspect was Clegg’s preference all along. But he may now have been able to sell the idea to his party without having to make it a confidence motion in his own leadership or having to issue an ultimatum to his party. That leaves Clegg in a stronger position internally.

And, of course, by flirting with Labour Clegg was able to persuade the Tories to increase their offer on voting reform even though it became clear that Labour couldn’t possibly give Clegg any real assurances on voting reform themselves. This too makes it easier for Clegg internally. […]

James Landale, da BBC, faz o percurso da carreira política de Gordon Brown. No The Guardian, Michael White escreve que ao fim de dez anos de governo não há volta de honra para Gordon Brown, apenas uma saída rápida e digna; até no fim Gordon Brown manteve-se igual a si próprio:

[…] He will resign as an MP – the modern fashion – and has sufficient international standing to get a big job, probably in tackling global poverty, the passion he acquired from the David Livingstone stories of his Presbyterian childhood. First, he must rest and come to terms with his own record. It’s over.

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