Vida artificial
Uma bactéria, comandada por uma molécula de ADN sintético, conseguiu reproduzir-se; nasceu assim a primeira forma de “vida artificial” — alguns afirmam que o conseguido não é de facto uma nova forma de vida. Cientistas do J. Craig Venter Institute, com sede nos Estados de Maryland e Califórnia, dizem esperar que a técnica possa criar bactérias programadas para resolver problemas ambientais e energéticos, entre outros fins. Para alguns especialistas, a técnica representa o início de uma nova era na biologia sintética e, possivelmente, na biotecnologia. A equipe liderada por Craig Venter, já havia conseguido sintetizar quimicamente o genoma de uma bactéria. Antes já tinham feito um transplante de genoma de uma bactéria para outra. Agora, os especialistas juntaram as duas técnicas para criar o que chamaram “célula sintética“, embora apenas o genoma da célula seja sintético, ou seja, a célula que recebe o genoma é uma célula natural, não sintetizada pelo homem.
Uma descoberta que irá provocar muitas discussões a nível cientifico, ético e religioso no futuro.


Introdução:
Não é difícil de perceber, que o verdadeiro objectivo da repressão dos Direitos das mulheres era tratar as mulheres como uns meros ‘úteros ambulantes’… para que as sociedades ficassem dotadas duma Vantagem Competitiva Demográfica.
[nota: ver o blog http://tabusexo.blogspot.com/]
A Europa moderna é uma das maiores bandalheiras éticas da História: criticam a repressão dos Direitos das mulheres… e em simultâneo, defendem que se deve aproveitar a ‘boa produção’ demográfica proveniente de determinados povos [sendo que essa ‘boa produção’ foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres]… para baixar os custos de renovação demográfica na Europa.
{Renovação Demográfica: significa alcançar uma taxa de natalidade de 2.1 filhos por mulher… e isso implica custos de renovação demográfica: incentivos monetários à natalidade, despesas com a fertilidade dos casais, despesas com a gravidez das mulheres, despesas em Saúde e Educação até à idade adulta, etc}
APELO EM DIVULGAÇÃO NA INTERNET:
Educação Sexual sem Tabus nem Neo-Tabus:
– Úteros Artificias (Uma Investigação Cientifica Prioritária) e prostituição subsidiada.
Ainda há parolos é que acreditam em histórias da carochinha… mas há que ASSUMIR a realidade:
– Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
– No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade. De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver http://tabusexo.blogspot.com/.
CONCLUINDO:
1º- Cada um é como é, as mulheres são como são, e os machos mais fracos (um exemplo: eu!) devem borrifar-se para o facto de serem rejeitados pelas mulheres: recorrer/pagar a prostitutas é uma actividade normal, não é uma actividade marginal [nota: os machos – das Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas – devem ter direito a uma prostituição mais barata (leia-se subsidiada)].
2º- Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos, NO ENTANTO, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de Assumir a sua História!!! Isto é, estas sociedades não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!!! Isto é, os machos ( dotados de Boa Saúde ) rejeitados pelas fêmeas devem possuir o legítimo Direito de ter acesso a ÚTEROS ARTIFICIAS…
OBS: Incompetência sexual não significa inutilidade… de facto, os machos mais fracos já mostraram o seu valor: as sociedades tecnologicamente mais evoluídas… são sociedades tradicionalmente monogâmicas!
OBS 2: Hoje em dia, por um lado, muitas mulheres vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas: nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos.
Por outro lado, hoje em dia muitos machos das sociedades tradicionalmente Monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais dóceis] oriundas de outras sociedades…