Notas ao café…

A China e “amigos”

Posted in notas ao café by JN on Maio 25, 2010

A China tornou-se nas duas últimas décadas uma das maiores potências económicas e militares do mundo e na sua necessidade crescente de recursos energéticos e parceiros comerciais foi forçada a criar alianças com alguns governos pouco “recomendáveis” que muitas vezes se tornam um embaraço político para este país. Joshua E. Keating, na Foreign Policy, escreve sobre cinco desse “aliados” que sem Pequim não conseguiriam (ou muito dificilmente o conseguiriam) sobreviver: a Coreia do Norte, o Irão, o Sudão, Burma e o Zimbabwe.


Angel Boligan, «El Universal»

Também na Foreign Policy, Elizabeth Economy e Adam Segal escrevem sobre a “utopia” que foi a aliança sino-americana, conhecida por G2:

[…] The sticking points in U.S.-China relations are mirrored in China’s relations with much of the rest world. The European Union and Japan, for example, find it no easier to negotiate with China on issues such as trade, climate change, cyber conflict, and the Dalai Lama. As a result, the United States is more likely to make progress when it spends time and energy cultivating allies throughout the rest of the world. We shouldn’t shed any tears for the G-2. Its demise enables us to make real progress with China by looking elsewhere.

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