Notas ao café…

Do Golfo à Amazónia

Posted in notas ao café by JN on Junho 8, 2010


Steve Breen, «The San Diego Union-Tribune»

O presidente da BP, Tony Haywards, afirmou neste domingo que o sistema de recuperação de petróleo da BP está a funcionar e actualmente recuperam para a superfície 10 mil barris de petróleo por dia; 24 horas depois de ter sido colocada a cobertura sobre o poço da fuga, já foi recuperado quase um milhão de litros de crude. Ainda assim, são derramados por dia entre dois a três milhões. O grupo britânico quer reduzir a fuga para 160 mil litros diários.

No entanto, a Guarda Costeira americana adverte que mesmo que o fluxo de petróleo seja controlado até ao verão, só no outono é que se poderá fazer algo no que respeita aos danos causados no Golfo. E como escrevem Warren P. Strobel e Patricia Mazzei no McClatchy, é já tarde para a costa da Florida e os danos provocados nos ecossistemas irão demorar anos a serem sanados. Para agravar ainda mais a situação, cientistas podem ter descoberto uma segunda fuga de petróleo no Golfo do México.


Parker, «Florida Today» & «Cagle Cartoons»

Bob Herbert, no New York Times, escreve sobre outro desastre ecológico relacionado com o petróleo; este nas florestas tropicais do Equador:

BP’s calamitous behavior in the Gulf of Mexico is the big oil story of the moment. But for many years, indigenous people from a formerly pristine region of the Amazon rainforest in Ecuador have been trying to get relief from an American company, Texaco (which later merged with Chevron), for what has been described as the largest oil-related environmental catastrophe ever. […]

Texaco came barreling into this delicate ancient landscape in the early 1960s with all the subtlety and grace of an invading army. And when it left in 1992, it left behind, according to the lawsuit, widespread toxic contamination that devastated the livelihoods and traditions of the local people, and took a severe toll on their physical well-being.

A brief filed by the plaintiffs said: “It deliberately dumped many billions of gallons of waste byproduct from oil drilling directly into the rivers and streams of the rainforest covering an area the size of Rhode Island. It gouged more than 900 unlined waste pits out of the jungle floor — pits which to this day leach toxic waste into soils and groundwater. It burned hundreds of millions of cubic feet of gas and waste oil into the atmosphere, poisoning the air and creating ‘black rain’ which inundated the area during tropical thunderstorms.” […]

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