Notas ao café…

Refugiados aumentam

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Stavro, «Al Balad»

Cerca de 6,6 milhões de pessoas no mundo não têm país e 5,5 milhões vivem em países de conflitos prolongados e são refugiados no seu próprio país ou em países vizinhos, segundo os números divulgados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) no seu relatório anual, Global Trends, divulgado na segunda-feira. Segundo este relatório, o número de refugiados a voltar para a sua zona de origem em 2009, foi o mais baixo duas últimas décadas. Ao mesmo tempo, o número de refugiados atingiu o seu nível mais alto desde a década de 1990: 43,3 milhões.

Somália, Sudão, República Democrática do Congo são algumas das quase eternas situações onde os refugiados são um problema permanente. Em outras zonas, como no Iraque, o número de “regressos voluntários”, como o ACNUR lhes chama, não têm aumentado. O relatório aponta para um crescente número de apátridas, cujos direitos são cada vez mais difíceis de defender e conflitos no Médio Oriente, Ásia e África estão a criar cada vez mais pessoas de status indefinido.

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