Abril de 2008: José Saramago visita uma exposição no Palácio da Ajuda dedicada ao seu trabalho (foto: João Cortesão/Agence France-Presse/Getty Images).
Numa entrevista, George Steiner referiu que “ninguém sabe o que seria da literatura europeia sem Saramago ou sem o gigante obscuro Lobo Antunes”. No El País, Dario Fo, Nobel da Literatura em 1997, recorda Saramago; Javier Rodríguez Marcos reflecte sobre a sua obra; Juan José Tamayo sobre a sua “luta com Deus”. O El País ainda apresenta um conjunto de reacções de várias personalidades de vários quadrantes à morte do escritor, uma entrevista que concedeu em Novembro de 2008 e um especial: “José Saramago, el escritor que nunca se escondió”
Fernanda Eberstadt, no The New York Times, além da vertente literária de Saramago, escreve sobre as convicções políticas do autor, da sua luta contra a globalização que considerava o novo totalitarismo e da Democracia contemporânea ter falhado em travar o aumento do poder das grandes multinacionais.