Notas ao café…

A 700 metros…

Posted in notas ao café by JN on Outubro 11, 2010


Chappatte, «International Herald Tribune»

O resgate dos 33 mineiros soterrados na mina de San José, no Chile, a cerca 700 metros de profundidade há mais de dois meses, já tem data. Se tudo correr como previsto, os homens devem começar a regressar à superfície esta quarta-feira.

Garantir que o poço é seguro é a principal preocupação dos engenheiros, dois dias antes do prazo definido para trazer à superfície os mineiros chilenos. Primeiro vai ser necessário revestir o túnel com aço e assegurar que não existe risco de desmoronamento e as equipas no local garantem que os primeiros resultados são encorajadores. Assim que se iniciar o resgate entra em acção a cápsula “Phoenix”, construída com a ajuda dos engenheiros da NASA, que irá transportar os 33 homens até à superfície, como escreve o New York Times:

[…] The next phase of the rescue effort is expected to be just as perilous. The rescue shaft is little more than two feet wide, and engineers have decided to line its upper walls with steel pipes to prevent rocks from tumbling into the shaft and blocking the way.

But installing tons of steel pipes is not without risk, and could even cause further collapse.

The men will be raised one by one in the capsules, nicknamed the Phoenix, which engineers are concerned could snag the walls of the shaft. The miners themselves, some weakened by the ordeal, might have to set off dynamite to widen the hole on their end so that the capsule has enough room.

Even so, it is going to be a tight fit. The rescue shaft is not straight, bending through rocky walls and providing as little as a few inches of clearance around the capsule. The miners have been keeping their weight under control so they can fit in the capsule, which is about 21 inches wide and built with suggestions from the NASA team. […]

Dois socorristas vão descer até à galeria para coordenar as operações e decidir a ordem de saída dos mineiros. Primeiro saem os que se encontram em melhores condições físicas e têm mais conhecimentos técnicos para no exterior poderem ajudar a coordenar as operações. Depois, é a vez dos mais débeis. Cada viagem vai durar cerca de uma hora, razão pela qual o último mineiro só deve ver a luz do dia 36 horas depois do início das operações. Depois de receberem os primeiros cuidados à superfície, os mineiros vão ser transportados de helicóptero para o hospital onde vão ficar internados pelo menos durante dois dias.

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