Notas ao café…

Um Coronel sem rumo…

Posted in notas ao café by JN on Março 4, 2011


Olle Johansson

Rebeldes anti-governamentais repeliram com sucesso um ataque das forças leais ao Coronel Muammar Khadafi na estratégica cidade petrolífera de Berga, nesta quarta-feira. No entanto, a defesa por parte das forças rebeldes mostra que o movimento ainda é desorganizado e sem uma estrutura central de comando e o poder ainda continua nas mãos de Khadafi.

Mas se há um rosto da revolução, com mais ou menos estrutura organizada, este pertence ao Conselho Nacional Líbio; na cidade de Benghazi, controlada por movimentos rebeldes, o Conselho apelou à intervenção da comunidade internacional para impedir os ataques aéreos nas cidades e afirmou que só negociará com o governo se que o Coronel Khadafi abandonar o poder e sair do país.

Mas o exílio do Coronel, partindo do princípio que ele o aceitaria, pode ser um problema; Scott Horton, na Harper, escreve que poucos serão os países que aceitariam acolher o líder líbio:

[…] Qaddafi has friends in Latin America. Venezuela’s Hugo Chávez and Nicaragua’s Daniel Ortega stood up for him when the troubles in Libya began, and British foreign minister William Hague was quick to accept rumors that Qaddafi was fleeing to shelter with his equally eccentric friend in Caracas. But both Chávez and Ortega drew a storm of ridicule from domestic opposition over their embrace of a man with so much blood on his hands. A Venezuelan voice once raised aggressively in Qaddafi’s defense was, by Monday, calling on Qaddafi to begin negotiating with his domestic rivals. It is increasingly difficult to see how either of these governments could give Qaddafi refuge.

That leaves a handful of outliers as candidates for asylum. […] They might well be willing to play host to Qaddafi (or more precisely, his money), but then none of these states is either stable or particularly hospitable–and Qaddafi’s billions are quickly being quarantined by international asset freeze orders.

Much as Qaddafi’s posture may be driven by his own failure to appreciate the depth and determination of his domestic opposition, it is also the product of forty years of wanton and at times irrational violence that made him a pariah among world leaders. Qaddafi is cornered. He has no place to run. And his end may well serve as a cautionary tale for future despots and human-rights violators.


Riber Hansson

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