Notas ao café…

Obama 2012

Posted in notas ao café by JN on Abril 5, 2011


“Barack Obama”
Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

Barack Obama anunciou, nesta segunda-feira, a sua candidatura às presidenciais de 2012. Por tradição, os Presidentes em exercício sempre o fizeram a partir da Casa Branca, mas na era digital e com o actual Presidente — que sempre soube utilizar as novas tecnologias de comunicação em massa — tudo foi diferente. O início foi no Twitter e com um envio de e-mail a apoiantes; tudo isto levou a um vídeo (também este diferente) colocado na página oficial de Barack Obama no qual se pergunta “Are you in?” A campanha presidencial de Obama não começa com o Presidente; começa com o americano comum. Para já mais de 19 milhões disseram que sim.

Josh Green analisa alguns aspectos do vídeo de lançamento da campanha:

[…] To me, the most important character here is Ed from North Carolina, the older white man who rationalizes his support for Obama even though he “doesn’t agree with him on everything.” I suspect the thrust of Obama’s campaign will be geared toward winning over the Eds of the country, people who aren’t rapturous about Obama, or even sure they like him, but are nonetheless open to supporting him, especially if they can be prompted, or led, to engage in the same sort of dispassionate analysis we see Ed making here. In that way–passion versus dispassion–I think we’re probably getting a glimpse of how the upcoming campaign will differ from the last one

Para Michael Scherer a campanha de Barack Obama estará centrada mais no carácter do homem do que na aprovação das suas políticas:

[…] Obama will be running on his character. The most interesting quote of the video comes from the southern white guy. “I don’t agree with Obama on everything. But I respect him and I trust him.” Consider what an extraordinary line this is for a video meant to recruit volunteers to organize for a presidential campaign. Have you ever met a campaign organizer that goes door-to-door or works the phones for a candidate that they admit they don’t agree with? The reasoning behind this line can be found in a recent Associated Press poll. As of late March, 53% of the country approved of the way Obama was doing his job as president. But 59% said they had a favorable view of Obama, 59% said Obama “cares about people like” them, and 84% said he was a likable person. Obama would rather make his pitch to 84% of the country than from 53% of the country. That white guy from North Carolina represents the gap between.

Em 1984 Ronald Reagan fez o mesmo.

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