Notas ao café…

Japão, um mês depois

Posted in notas ao café by JN on Abril 14, 2011


Emad Hajjaj

Além do perigo nuclear, os japoneses têm de continuar a lidar com os sismos e réplicas que continuam a abalar o país. Entretanto foi elevada de 5 para 7 o nível do acidente nuclear de Fukushima, colocando-o no grau de gravidade máxima, idêntico ao da catástrofe de Chernobyl. A atribuição do nível 7 ao acidente na central de Fukushima significa que ocorreu uma libertação importante de matérias radioativas com efeitos consideráveis para a saúde e o ambiente.

A decisão reflecte o total das radiações libertadas até ao momento na central de Fukushima e não um agravamento da situação, esclareceram as autoridades japonesas. Apesar de o nível de gravidade ser idêntico ao de Chernobyl, as emissões radioactivas desde o início do acidente nuclear de Fukushima equivalem a um décimo das registadas em 1986, após a catástrofe na central ucraniana. Apesar da revisão do grau de gravidade da situação em Fukushima, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, afirmou que a libertação de partículas radioactivas na central danificada está a diminuir.

Um mês depois depois do Japão ter sido devastado a crise continua e as perguntas aumentam, principalmente sobre o futuro, como escreve a Time:

[…] One month ago, that was hardly a radical thing to say in Japan. But one month ago, Japan was a different place. On March 11, millions of people’s lives were thrown into a tailspin after the largest earthquake in Japan’s recorded history struck off the northeast coast, triggering a tsunami that swallowed swaths of the rugged shoreline and set off a nuclear crisis that is still unfolding. Each day in the past four weeks has brought more grim news; on Monday another massive 7.1 aftershock struck the northeast, prompting a tsunami alert and workers to evacuate their posts at Fukushima yet again. The official tally of those who have died is nearly 13,000. Each day, thousands of Japanese and American troops set out to look for the 15,000 people who are still formally categorized as missing. As their search, and time, wears on, questions mount: Why have officials waited so long to finalize the death toll? Why did Prime Minister Naoto Kan wait over three weeks to visit the disaster zone? And what’s next? […]


John Cole, «The Scranton Times-Tribune»

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