Notas ao café…

A próxima vez…

Posted in arte ao café, cinema ao café by JN on Abril 11, 2011

O amor será sempre um processo incremental

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La Prochaine Fois (The Next Time)“, um filme da A76 PRODUCTIONS no Vimeo.

Supercut

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Março 30, 2011

São cenas de mais de setenta filmes em cerca de seis minutos…

Ilusão

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Novembro 14, 2010

“Da infância à morte, a ilusão envolve-nos. Só vivemos por ela e só ela desejamos. Ilusões do amor, do ódio, da ambição, da glória, todas essas várias formas de uma felicidade incessantemente esperada, mantêm a nossa actividade. Elas iludem-nos sobre os nossos sentimentos e sobre os sentimentos alheios, velando-nos a dureza do destino.
As ilusões intelectuais são relativamente raras; as ilusões afectivas são quotidianas. Crescem sempre porque persistimos em querer interpretar racionalmente sentimentos muitas vezes ainda envoltos nas trevas do inconsciente. A ilusão afectiva persuade, por vezes, que entes e coisas nos aprazem, quando, na realidade, nos são indiferentes. Faz também acreditar na perpetuidade de sentimentos que a evolução da nossa personalidade condena a desaparecer com a maior brevidade.
Todas essas ilusões fazem viver e aformoseiam a estrada que conduz ao eterno abismo. Não lamentemos que tão raramente sejam submetidas à análise.”

Gustave Le Bon, in «As Opiniões e as Crenças»

Retirado do filme “Morte em Veneza”, a obra-prima de Luchino Visconti que este filmou ao som de Gustav Mahler.

“Pare, Escute, Olhe”

Posted in cinema ao café, notas ao café, palavras ao café by JN on Abril 8, 2010

“A história pode comparar-se a uma coluna polígona de mármore. Quem quiser examiná-la deve andar ao redor dela, contemplá-la em todas as suas faces. O que entre nós se tem feito, com honrosas excepções, é olhar para um dos lados, contar-lhe os veios de pedra, medir-lhe a altura por palmos, polegadas e linhas. E até não sei ao certo se estas indagações se têm aplicado a uma face ou unicamente a uma aresta.”

Alexandre Herculano, in «Cartas Sobre a História de Portugal»

A linha ferroviária e o vale do Tua filmadas numa manhã de Inverno. A linha e o vale arriscam-se a desaparecer com a construção da barragem no Tua.

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“Pare, Escute, Olhe”, um documentário de Jorge Pelicano no Vimeo.

Aprender a voar

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Outubro 13, 2009

O grou-azul é um símbolo da África do Sul. A população desta aves começou a decair por volta de 1980 e é agora classificada como uma espécie em risco.

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Learn To Fly de Christian Letruria no Vimeo.

Disney vs Hitler

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Agosto 14, 2009

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Na imagem, um cartaz do filme “Der Fuehrer’s Face”, de 1943. Ganhou um Óscar para a melhor curta-metragem do ano.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Donald Duck, Mickey Mouse e o seu cão Pluto e até o Bambi — e outras personagens do mundo da animação — foram também chamados para ajudar no esforço de guerra. Os pequenos filmes, os livros de banda desenhada desempenharam um importante papel importante na guerra: ridicularizavam os inimigos e, por uns momentos, divertiam aqueles que combatiam. Os estúdios de Walt Disney não utilizaram os seus talentos apenas para entreter os militares; os seus filmes foram instrumentos de propaganda e de educação dos americanos sobre os seus inimigos. Os criadores dos estúdios da Disney forma mesmo contratados para desenhar insígnias de unidades e equipamento militar. Como escreve a Der Spiegel, Walt Disney deu coragem à América:

[…] During World War II, Disney’s provided some political education for Americans at home — and for soldiers on the front, too. “Education for Death: The Making of the Nazi” appeared in movie theaters in 1943. The tone of the movie was serious, and it didn’t feature the likes of Donald Duck or Mickey Mouse. Instead, it used impressive images to describe how children in Nazi Germany were raised to hate and to participate in the war effort — and how little blonde Hans’ only purpose in life was to die on the front.

By then, Disney was everywhere — and always closely involved with the military. Starting in 1942, Walt Disney’s artists designed insignia for American troop units. There was a mosquito riding a torpedo for the Navy’s new torpedo boats, a bellicose crow from “Dumbo” for bombing squadrons, and a turtle with a broom for minesweepers.

Graphic artists who had only recently been drawing Bambi and Snow White now switched to designing emblems for tanks, bombers and ships. Likewise, many soldiers and airmen decorated their tanks and fighters themselves with Mickeys, Donalds and Plutos. These were symbols of the American way of life, of freedom and democracy, of everything that was at stake. “Mickey Mouse” is even said to have been a password used by the Allied forces on D-Day.

Donald Duck foi o grande veterano da Disney e 50 anos depois do fim da guerra, foi homenageado pelos serviços prestados; em 1984, durante a comemoração do seu aniversário, o exército americano como sinal de gratidão, promoveu o valente pato a Sargento, sendo em seguida desmobilizado com todas as honras. “Nutzi Land” foi o seu filme mais célebre:

O rápido passar do tempo

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Junho 19, 2009

«O ócio torna lentas as horas e velozes os anos. A actividade torna rápida as horas e lentos os anos. A infância é a actividade máxima, porque ocupada em descobrir o mundo na sua diversidade.
Os anos tornam-se longos na recordação se, ao repensá-los, encontramos numerosos factos a desenvolver pela fantasia. Por isso, a infância parece longuíssima. Provavelmente, cada época da vida é multiplicada pelas sucessivas reflexões das que se lhe seguem: a mais curta é a velhice, porque nunca será repensada.
Cada coisa que nos aconteceu é uma riqueza inesgotável: todo o regresso a ela a aumenta e acresce, dota de relações e aprofunda. A infância não é apenas a infância vivida, mas a ideia que fazemos dela na juventude, na maturidade, etc. Por isso, parece a época mais importante, visto ser a mais enriquecida por considerações sucessivas.
Os anos são uma unidade da recordação; as horas e os dias, uma unidade da experiência.»

Cesare Pavese, in «O Ofício de Viver»

Um pequeno filme em stop motion de Bang-yao Liu, feito com post-its, sobre o tempo que teima em passar…

Os olhos e a razão

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Abril 6, 2009

«Muitas vezes os seres são claros e translúcidos por serem primários e à medida que vão evoluindo é que se vão tornando opacos. Pensemos. Talvez seja isto: à medida que mais evoluindo vamos é que vão sendo precisos olhos mais penetrantes para se poder distinguir a qualidade de um ser. Então não será só à luz do sol que se deverá considerar a limpidez ou a translucidez do corpo de um ser mas à luz de outros princípios luminosos. […] Aqui a razão precisava de ter evoluído paralelamente aos olhos, ora os nossos olhos vão de encontro aos seres como de encontro a um muro.»

Ana Hatherly, in «O Mestre»

Bela Lugosi num monólogo da obra-prima de Ed Wood — considerado o pior realizador do mundo  — «Glen or Glenda». Hoje, Woods é um realizador de culto assim como os seus filmes. Bela Lugosi caído no esquecimento devido a problemas com drogas e álcool, foi ressuscitado por Wood e aqui tenta dar o seu melhor…

Construtor de mundos

Posted in cinema ao café by JN on Março 14, 2009

«World Builder», uma pequena obra de arte que demorou um dia a filmar e dois anos a produzir, é uma curta-metragem de Bruce Branit, da Branit-VFX, onde através de técnicas holográficas um homem, por amor, constrói um mundo para uma mulher…

Narrar o dia-a-dia

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Fevereiro 25, 2009

«Sou forçado a considerar que o pior mal dos nossos dias, aquele que não permite que nada chegue a amadurecer, reside no facto de os homens deixarem que cada momento se consuma completamente no momento seguinte, que o dia se esgote em si mesmo, ou seja, em viverem exclusivamente o dia-a-dia sem qualquer perspectiva de futuro. Até já temos jornais destinados a diferentes partes do dia!
E não custa acreditar que haja alguém com esperteza suficiente para inventar mais alguns pelo meio. Mas deste modo tudo o que se faz, tudo o que se empreende, se imagina ou se projecta vai sendo arrastado para o domínio público; ninguém pode viver as suas alegrias ou as suas tristezas sem que isso se torne passatempo dos outros.»

Johann Wolfgang von Goethe, in «Máximas e Reflexões»

The Narrator é um pequeno filme de Victor Solomon sobre um homem e o seu narrador…

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[Filme via 5 Dias]

L’Animateur

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Fevereiro 23, 2009

Uma curta-metragem em stop motion de Nick Hilligoss. Um ser bizarro propõe a sua versão de Adão e Eva a alguns habitantes de um planeta.

[Via Arrastão]

Money

Posted in cinema ao café, música ao café by JN on Novembro 30, 2008

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Erdogan Karayel

A mark, a yen, a buck or a pound,
a buck or a pound, a buck or a pound,
Is all that makes the world go around,

[«Money» do filme «Cabaret», com Liza Minnelli e Joel Grey]

Uma questão de princípios

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Novembro 24, 2008

«Existem pessoas que têm propensão para modelar a sua vida de acordo com princípios definidos — e outras que gostam de forjar os seus princípios de acordo com os acasos do seu destino pessoal. Em ambos os casos trata-se apenas de experimentar tornar a vida o mais cómoda possível, quando o importante é, apesar de tudo, enfrentar cada acontecimento, desembaraçado de qualquer preconceito e prevenção, mesmo correndo o risco de um constante extravio».

Arthur Schnitzler, in «Observação do Homem»

[«With a little bit of luck» do filme «My Fair Lady»]

Buraco negro

Posted in cinema ao café by JN on Novembro 18, 2008

Comunicar pela música

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Setembro 18, 2008

«A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas.»

Marcel Proust, «À Procura do Tempo Perdido»

Duelo musical

Posted in cinema ao café, música ao café by JN on Setembro 8, 2008

No filme «Deliverance» (1972) de John Boorman, que narra uma atribulada viagem de quatro amigos pela América profunda, há uma cena que fez história. Ficou conhecida como «Dueling Banjos».

Cartazes de cinema desenhados à mão

Posted in cinema ao café, notas ao café, poster by JN on Agosto 7, 2008

No Abduzeedo, um site dedicado às artes gráficas e ao design, podem ser encontrados vários cartazes de filmes conhecidos com uma particularidade: são desenhados, total ou parcialmente, à mão. Este é do filme «Les Chansons D’Amour».

[Fonte: Coudal Partners]

The Piano

Posted in cinema ao café, música ao café by JN on Maio 3, 2008

Uma curta metragem animada de Aidan Gibbons com música de Yann Tiersen. Uma retrospectiva da vida um velho através da musica do seu piano.

The People’s Front

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Março 21, 2008

«As disputas deviam ser regulamentadas e punidas como outros crimes verbais. Que defeitos não suscitam e acumulam em nós, reguladas e governadas como são pela cólera! Começamos por ser inimigos das razões e acabamos por o ser dos homens. Só aprendemos a discutir para contraditar, e, à força de se contraditar e ser-se contraditado, vem a acontecer que o fruto do discutir é perder e aniquilar-se a verdade. Assim, Platão, na República, proíbe o seu exercício aos espíritos ineptos e mal formados.
Porque nos havemos de pôr a caminho, para descobrir a verdade, com quem não tem passo nem andamento que sirvam? Não se prejudica o assunto quando o deixamos para procurar o meio de o tratarmos; não falo dos meios escolásticos e artificiais, falo dos meios naturais, dum entendimento são. Que sucederá por fim? Cada um puxa para o seu lado; perdem de vista o essencial, põem-no de parte na confusão do acessório.»

Michel de Montaigne, in «Da Arte de Discutir»

[Monty Python, «The Life of Brian»]

Miss Gulag

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Março 12, 2008

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Scott Stantis, «Birmingham News»

Desde a queda da União Soviética, a Rússia viu-se a braços com um aumento exponencial do crime. Mas parece que uma prisão para mulheres na Sibéria consegue tirar algum «proveito» disso. Nos últimos 20 anos, a prisão UF-91/9 realiza um concurso de beleza anual no qual as reclusas competem por uma tira e o título de «Miss Primavera».

Maria Yatskova, realizou um documentário sobre a prisão e as mulheres lá detidas. Ela descreve o evento da seguinte maneira: «The prison decided to invent its own rules with three categories – Greek Goddesses, Flower Gowns, and Imaginary Uniforms, which lets inmates design their ideal prison uniforms of the future. Many women have never heard of the Greek myths or exotic flowers they portray onstage, but they learn from books provided by the staff… Several guards and unit chiefs judge the contestants on their appearance and creativity, crowning the winner with a tiara «Miss Spring» and two runners-up «Miss Charm» and «Miss Grace.» News crews even broadcast the event on local TV.»

No seu filme, a Sra. Yatskova, conta a história de três reclusas que concorrem ao concurso de beleza. Através das palavras destas mulheres, Maria Yatskova explora as dificuldades e a luta das mulheres da primeira geração pós-soviética que de uma forma ou outra sucumbiram à transição de um sistema para outro.

Alex Gibney em entrevista

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Fevereiro 28, 2008

«On the Sunday following Sept. 11, 2001, Vice President Dick Cheney told the truth. On NBC’s “Meet the Press,” he said regarding plans to pursue the perpetrators of that attack: “We have to work the dark side, if you will. We’re going to spend time in the shadows.” The grim, deadly consequences of his promise have, in the intervening six years, become the shame of our nation and have outraged millions around the world. President George Bush and Cheney, many argue, have overseen a massive global campaign of kidnapping, illegal detentions, harsh interrogations, torture and kangaroo courts where the accused face the death penalty, confronted by secret evidence obtained by torture, without legal representation.» [link]

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«There is kind of a momentum to torture, as later on I discovered in the process of making this film. They have a term, it’s called “forced drift,” and so when you’re interrogating somebody, you’re trying to get information out of somebody and they don’t give you it, then you ramp it up. Particularly if there are no rules to guide you. And then you go more and more. And the next thing you know, you’re starting to brutalize somebody because they’re no longer a human being. And the military does understand this, and that’s why the military had rules in place, because you want a disciplined unit. You don’t want a mob, a lynch mob, in effect. But the Bush administration removed those guidelines…»

Excerto da entrevista de Alex Gibney autor do documentário «Taxi to the Dark Side» a Robert Scheer, editor da Truthdig. Neste documentário – que começou a dar polémica muito cedo -, galardoado com um Óscar para o melhor documentário, Gibney faz uma análise às circunstâncias que levou os americanos a cometerem actos de tortura. A história de um jovem taxista no Afeganistão – que é torturado e morto em 2002 – é utilizada como pano de fundo para discutir as tácticas empregadas pelo exército norte-americano no Afeganistão, Iraque e Guatánamo, num desrespeito flagrante ao determinado pela Convenção de Genebra.

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John Sherffius, «Boulder Daily Camera»

What will your verse be?

Posted in cinema ao café, palavras ao café by JN on Janeiro 20, 2008

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«Libros»; Angel Boligan

«No matter what anybody tells you, words and ideas can change the world.
(…) We don’t read and write poetry because it’s cute. We read and write poetry because we are members of the human race. And the human race is filled with passion. And medicine, law, business, engineering, these are noble pursuits and necessary to sustain life. But poetry, beauty, romance, love, these are what we stay alive for.
To quote from Whitman, «Oh me, Oh life… of the questions of these recurring; of the endless trains of the faithless of cities filled with the foolish. What good amid these? Oh me, Oh life? Answer…that you are here and life exists….You are here. Life exists, and identity. The powerful play goes on and you may contribute a verse.»
The powerful play goes on and you may contribute a verse. What will your verse be?»

O prazer dos livros; a arte de viver ligada à boa literatura, assim escreve o The Guardian sobre o poder da sua cura words and ideas can change the world.

The Birds

Posted in cinema ao café by JN on Dezembro 25, 2007

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J.D. Crowe, «Mobile Register»

«It could be the most terrifying motion picture I have ever made.» Alfred Hitchcock sobre o seu filme «The Birds» de 1963.

1900

Posted in cinema ao café by JN on Novembro 18, 2007

«You’re never really done for, as long as you’ve got a good story and someone to tell it to.»

«Novecentos», Danny Boodmann T.D. Lemon Nineteen Hundred, «1900», nasceu num navio, nunca pôs pé em terra firme e a única visão da realidade para lá do mar vem-lhe dos passageiros que entram e saem do navio, rumo a vidas que ele desconhece. No seu mundo há música, que lhe sai dos dedos e anima o seu piano, e há o mar, cujos movimentos ele conhece de cor. É numa dimensão alheia a tudo que navega Novecentos. A bordo do «Virginian», um paquete do início do séc. XX, havia um rapaz que com o piano fazia o que queria. Tocava uma música estranha, do piano fazia sair notas estranhas, que parecia ter quatro mãos.

Um filme de Giuseppe Tornatore, baseado na obra de Alessandro Baricco. A história de um homem que podia ser tudo menos um homem comum. Mas para um homem assim, por vezes, o mundo pode ser algo grande demais.

The Hustler

Posted in cinema ao café by JN on Setembro 17, 2007

Um filme onde escuros salões de bilhar se confundem com as vidas das personagens. Paul Newman é «Fast» Eddie Felson; a história de um homem que joga para ganhar mas no fim, ao ganhar, notou que já perdeu mais do que queria. Um filme de Robert Rossen em que Newman é brilhante e demonstra toda a sua mestria. Um filme que mostra o que é o bom cinema.

«How can I lose?»

Napalm in the morning

Posted in cinema ao café, notas ao café by JN on Agosto 25, 2007

«You smell that? Do you smell that? Napalm, son. Nothing else in the world smells like that. I love the smell of napalm in the morning. You know, one time we had a hill bombed, for twelve hours. When it was all over I walked up. We didn’t find one of ’em, not one stinkin’ dink body. The smell, you know that gasoline smell, the whole hill. Smelled like… victory. Someday this war’s gonna end…»

Robert Duvall, «Apocalypse Now» (1979)

Ao contrário do que muitos pensam é este o monólogo preferido do filme de Francis Ford Copolla, «Apocalypse Now», e não o do sobre o horror de Marlon Brando. Seria votado em 2004 como o melhor na história do cinema.

E muito bem aproveitado pelo Sr. Cardow do «Ottawa Citizen»

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Cardow, «Ottawa Citizen»

«…Smelled like… victory? Someday this war’s gonna end…»

Persona

Posted in cinema ao café by JN on Julho 30, 2007

«At some time or other, I said that Persona saved my life—that is no exaggeration. If I had not found the strength to make that film, I would probably have been all washed up.»

Ingmar Bergman

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Liv Ullmann e Bibi Andersson numa das mais bem conseguidas cenas do cinema.

O perfume de uma mulher…

Posted in cinema ao café by JN on Maio 25, 2007

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«Some people live a lifetime in a minute» diz o Ten. Coronel Frank Slade, cego, veterano de guerra e que num fim-de-semana vai dar uma lição de vida a um jovem. O Ten. Cor. Slade está no fim do seu percurso, pelo menos ele assim o pensa, mas ele também irá aprender algo com esse jovem, porque todos aprendemos uns com os outros.

Todos os filmes podem ser reduzidos a uma cena, em «Scent of a Woman» seria esta – bem, pelo uma delas -; porque no tango não há erros, não é como a vida…

Don Corleone e o gato…

Posted in cinema ao café by JN on Maio 9, 2007

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Ao filmar esta cena, Francis Ford Coppola encontrou um gato vadio que se passeava no cenário; entregou-o a Marlon Brando sem lhe dizer uma única palavra… A empatia entre Brando e o gato foi imediata, como se pode ver na primeira cena do filme… Verdade ou não, ficou para a história do cinema…

Corpse Bride

Posted in cinema ao café by JN on Maio 1, 2007

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Porque até não se mente a ninguém, muito menos a alguém tão bonita… Uma das minhas cenas favoritas, de um dos meus filmes favoritos de um realizador, Tim Burton, que também é um dos meus favoritos…

Um simples dueto de piano… E ele até gosta do entusiasmo dela…